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CLEMENTINO: TRÊS ANOS DO GOLPE CONTRA DEMOCRACIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS

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COLUNAS — O povo sempre pagou a conta e o  pobre é o que mais tem sofrido com esse projeto de destruição atual do país. Não é verdade?  me dói ver  pobre  trabalhador e operário, defender esse desgoverno que só governa para uma elite raivosa e preconceituosa, que apoiou  o afastamento de uma presidenta legítima e nos conduziu a uma prisão política, pois eu e você, o Brasil inteiro estamos presos naquela cela com Lula em Curitiba, e enquanto ele estiver la o Pais não anda, pois os extremistas são incompetentes para gerir um pais com a grandeza que temos e nos conduzir a lugares de status que tivemos no cenário mundial como em governos anteriores.

A arma principal dos EUA para dominar o Brasil foi a Lava jato entenda

A operação Lava Jato deveria ter sido um conjunto de investigações feito pela Polícia Federal do Brasil e MPF, que cumprisse mandados de busca e apreensão, de prisão temporária, de prisão preventiva e de condução coercitiva, visando apurar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou bilhões de reais em propina, mais isso tudo respeitando os parametros legais e designações constitucionais e estatutarias, mais isso, não aconteceu em sua totalidade, o objetivo deles agora amplamente revelado era tirar o Lula do jogo politico pois se lula fosse candidato teria sido eleito no primeiro turno das eleições, e assim cairia por terra o projeto Neoliberal no Brasil arquitetado pelos EUA, Lula não aceitaria jamais isso, implantar modelo econômico a prejudicar a sociedade para beneficiar capital e interesses estrangeiros boto minha mão no fogo pelo barbudinho.

É preciso distinguir, de todo modo, entre o provável partidarismo de membros do Ministério Público e a atuação suspeita do juiz Sergio Moro. Mensagens entre os procuradores apontam, sem dúvida, para forte torcida anti-petista. Uma figura da “República de Curitiba” reclama, por exemplo, da decisão do STF autorizando entrevista de Lula durante a campanha eleitoral. “Uma coletiva antes do segundo turno pode eleger o Haddad”, diz a procuradora Laura Tessler em conversa de aplicativo Telegram divulgada pelo site The Intercept. A natural que, imerso nas investigações de corrupção, um ou outro procurador terminasse detestando o PT. Mas quando o juiz do caso participa da conversa, a questão não é mais de preferência política; torna-se uma deturpação do próprio sistema judicial.

“Não vi nada de mais”, disse o juiz Moro, que tomou o cuidado de não endossar o conteúdo específico das conversas vazadas. Coisas que aconteceram há vários anos, declarou. Será normal perguntar a um procurador se não está passando tempo demais desde a última operação? Ou repassar o contato de alguém que teria informações úteis para a acusação? Confirmando ou não o teor exato dessas conversas, tanto os procuradores quanto moro decidiram reagir do modo que conhecem. Deltan Dallagnol apelou para a opinião pública, dizendo que a Lava Jato “sofreu um ataque gravíssimo”. Confia que, em nome da luta contra a corrupção, qualquer lambança seja permitida. “Invasão criminosa de celulares”, esbraveja Moro. É a velha tática, aliás constantemente empregada pelos políticos acusados de corrupção. Ponho a culpa em quem revela meus abusos. Tratava-se, afinal de contas, de um representante do Judiciário, de alguém comprometido com o império da lei, numa administração composta por extremistas defensores da ditadura.

Tudo mudou de aspecto.

As decisões condenatórias da Lava Jato ficam juridicamente comprometidas. Com tamanha desmoralização, Sergio Moro bem que poderia renunciar ao cargo de ministro. Mas talvez só agora, depois dos vazamentos, esteja se mostrando plenamente integrado ao governo Bolsonaro.

A rigor, nem assim. Com Moro ou sem Moro, pouco importa: não deveria nem sequer existir Ministério da Justiça num governo que homenageia torturadores, milicianos e assassinos. A máscara caiu por terra. Essa operação teve início em 17 de março de 2014 e contava  com 63 fases operacionais autorizadas, entre outros, pelo então juiz Sérgio Moro.

Ela no entanto se tornou partidária, resultando no dano a vidada publica de muitas pessoas,  políticos, empresários, empresas inteiras foram devastadas lesando a economia e a catástrofe do desemprego que vivemos atualmente chegou em muitos  e talvez em vc caro leitor, e não adianta colocar a Culpa em governos anteriores não, pois antes de Temer tinhamos empregos respeito internacional e economia estabilizada.

Veja alguns números dos governos FHC Lula e Dilma.

Uma afirmação recorrente nos anos 1990 e parte dos 2000 era de que o emprego formal, com carteira assinada, estava em extinção, diante das transformações do mercado de trabalho. Outra corrente de analistas sustentavam que a criação de vagas não era uma questão de custo de contratação, mas de crescimento da atividade econômica.

No final do governo FHC, esboçou-se até uma “reforma” trabalhista, com o mesmo argumento de agora: era preciso flexibilizar para que houvesse alta do emprego. Entenda o que sempre que digo, FHC PSDB, Temer PMDB hoje atual MDB, Bolsonaro PSL entre outros agregados seguem a mesma linha de modelo econômico, são amantes e verdadeiras prostitutas dos imperialistas dos EUA e hoje com seu Neoliberalismo selvagem. O emprego com carteira assinada teve expansão sem necessidade, justamente em um período de crescimento da economia, durante o governo Lula, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu, em média, 4% ao ano. Quando ele assumiu, em janeiro de 2003, o estoque de vagas formais era de 28,7 milhões, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. Em seu último mês de mandato, dezembro de 2010, o estoque era de 44,1 milhões. Nestes oito anos, o saldo aumentou em exatos 15.384.442 postos de trabalho. Esse era o Brasil ruim que dizem que tínhamos e até agora não nos deram nada melhor.

No período anterior, os oito anos de Fernando Henrique, também houve aumento do emprego, de acordo com a Rais, mas em ritmo menor: de 23,7 milhões, em 1995, para 28,7 milhões em 2002. Aproximadamente 5 milhões. O crescimento médio do PIB foi de 2,3% ao ano. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), também do Ministério do Trabalho, mostram resultados semelhantes. De 1995 a 2002, a diferença entre empregos formais criados e fechados foi de 800 mil. Já de 2003 a 2010, na gestão Lula, o saldo foi de 11,3 milhões. O emprego continuou crescendo no primeiro governo Dilma (2011-2014), que registrou saldo de 4,8 milhões. Começou a cair a partir de 2015. 

Ainda assim, uma comparação entre 2002 e 2015 mostra que o estoque de vagas formais, segundo o Caged, passou de 22,8 milhões para 39,7 milhões, sempre no mês de dezembro. Em dois anos, a maior parte sob Temer, o estoque caiu em quase 2 milhões: em dezembro do ano passado, era de 37,9 milhões. Apenas em 2017, o emprego formal ficou estável. 

No campo politico o afastamento de Dilma, culminou no governo ilegítimo de Michel Temer que para implantar o Neoliberalismo, iniciou ataque a direitos sociais garantidos pela Constituição de 1988 e até mesmo a CLT de Getúlio Vargas foi drasticamente afetada, além de dar inicio a entregar as riquezas naturais e as principais estatais do país, minando a soberania nacional.

Depois disso, Jair Bolsonaro (PSL) assumiu para dar continuidade aos ataques que Temer começou e já se mostra um inimigo declarado dos direitos do povo brasileiro. Confira os principais retrocessos para o povo brasileiro desde que Dilma Rousseff foi golpeada da presidência: economia com um desempenho pífio na economia, o Brasil pró Temer fechou o ano de 2017 com um PIB de apenas 1%, puxado pelo bom momento das exportações e pelo crescimento do consumo das famílias reforçado pela liberação do FGTS, mas o volume total de investimentos voltou a registrar queda pelo quarto ano consecutivo (-1,8%) o que derrubou a taxa de investimento como proporção do PIB a 15,6%, a mais baixa da série histórica iniciada em 1996. A taxa média anual de desemprego no Brasil subiu de 11,5% para 12,7% entre 2016 e 2017, agora com Bolsonaro o desemprego já atinge 13,4 milhões de brasileiros.

A economia brasileira vive um ciclo de estagnação. 

A renda do brasileiro diminuiu e não consegue se recuperar sem políticas eficientes para a retomada de crescimento do Produto Interno Bruto. Com isso, o consumo das famílias – responsável por 60% do PIB, também cai e, portanto, não há expectativa de melhora. Volta da fome. Logo nos primeiros dias de governo, Jair Bolsonaro acabou com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar. O Brasil foi retirado do “ Mapa da Fome”, elaborado pelo órgão da Agricultura e Alimentação (FAO) da ONU, em 2014. Antes dos governos petistas, 18,8 milhões de brasileiros sofriam com a fome. Os 13 anos de governos Lula e Dilma não apenas garantiram acesso de milhões de brasileiros à comida, mas também à alimentação saudável. 

O resultado disso é que, após séculos de descaso, o Brasil havia saído do Mapa. Retirada de direitos trabalhistas Com o apoio do então deputado federal Jair Bolsonaro, Temer aprovou a Reforma Trabalhista, em 2017, sob a justificativa de que era preciso modernizar as relações de trabalho e com a promessa de gerar 2 milhões de novos empregos. Entretanto, no final de 2018, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostraram que o golpista não chegou nem perto. Foram criadas pouco mais que 290 mil vagas com carteira assinada entenda, trabalho informal não é emprego. O aumento da informalidade, as altas taxas de desemprego e a “pejotização” do trabalho impactaram negativamente inclusive na arrecadação da Previdência Social. O estudo “Previdência x Providência”, dos pesquisadores José Roberto Afonso e Juliana Damasceno de Sousa, aponta uma forte evasão dos salários maiores do caldeirão de contribuições para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Aumento do desemprego O Brasil ostenta hoje a marca de 13 milhões de pessoas desempregadas, com um acréscimo de 892 mil brasileiros nos primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro. O atual presidente prometeu, durante o período eleitoral, que criaria 10 milhões de vagas. Não o fez e agora condiciona a criação de empregos à aprovação do fim da aposentadoria. Para muitos cientistas sociais, a reforma da Previdência proposta por Bolsonaro possui uma série de impactos negativos, dentre os quais está a ameaça de redução no número de postos de trabalho. A aposentadoria é a principal fonte de renda de muitas famílias brasileiras. Com o desmonte do sistema previdenciário, o poder de compra das famílias despenca, o que faz diminuir a geração de renda e, ao longo prazo, a oferta de emprego. Bolsa família: alvo de demagogia e desmonte. Embora faça demagogia com o Bolsa Família, Bolsonaro se somou à Temer na investida de desmonte do programa de distribuição de renda. Em seu primeiro mês de gestão, o atual presidente cortou 381 mil benefícios e descartou reajustar os valores pagos para famílias de baixa renda.

Temer foi autor de corte recorde na história do programa. Entre julho de 2014 e julho de 2017, houve uma redução de 1,5 milhões de bolsas pagas. O resultado foi que, em março de 2017, a ONU registrou que o Brasil caiu 19 posições no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Mais Médicos sob ataque O programa Mais Médicos, criado em 2013 pela presidenta Dilma Rousseff, garantiu atendimento médico pela primeira vez para ao menos 700 municípios, que até então estavam escamoteados. 

Durante cinco anos, 20 mil médicos cubanos atenderam mais de 110 milhões de pacientes. Os números não foram suficientes para que Bolsonaro não atacasse o programa e, consequentemente, garantisse saúde pública para brasileiros que moram nos grilhões do país. Os cubanos se retiraram do Mais Médicos após ataques preconceituosos do atual presidente. Do total de brasileiros que entraram na sequência, para substituir os cubanos, 15% desistiram em seguida. Minha casa Minha Vida sem investimentos Temer iniciou o desmonte: em 2017, somente 9% dos valores previstos para o Minha Casa Minha Vida foram investidos. A redução afetou os mais pobres, beneficiários da faixa 1 do programa. Bolsonaro segue o mesmo receituário. Em seus primeiros meses de governo, colocou o programa e 50 mil empregos em risco, ao atrasar repasses que somam R$ 450 milhões para as construtoras. 

Em decorrência, os empresários do setor dizem que vão dispensar até 50 mil trabalhadores.

Desde a criação do Minha Casa Minha Vida, milhões de moradias foram construídas para abrigar milhões de famílias que não tinham um lar. De 2009 a 2014, durante as gestões petistas, foram 6,8 milhões de beneficiários e 1,7 milhão de moradias entregues – mais 1,7 milhão que estavam em construção – em mais de 5.288 municípios. Sucateamento da saúde pública A PEC do Teto de Gastos aprovada por Michel Temer desenhou um cenário de precariedade e subfinanciamento para a saúde pública no Brasil. Ao congelar as despesas por 20 anos, o ex-presidente golpista sentenciou de morte um direito fundamental da população e Bolsonaro não quer fazer diferente. Seu ministro da Economia, Paulo Guedes, quer aprovar um projeto de desvinculação orçamentária que acaba com os investimentos obrigatórios em saúde e educação.

ATENÇÃO! Esse é um espaço democrático que o NDM abre para que correntes de pensamentos possam ser expressos pelos nossos colunistas. No entanto as opiniões expressas neste espaço, não necessariamente correspondem as opiniões do NDM.

❚ LUCIANO CLEMENTINO, ATIVISTA POLÍTICO: COMENTARISTA / COLUNISTA NO NDM ONLINE ❚




❚ INFORME NDM ❚
GABINETE DO POVO — A Prefeitura Municipal de Magé, lançou o Gabinete do Povo no centro de Piabetá, afim de aproximar os serviços públicos da população do distrito mais populoso de Magé (6º Distrito). O Gabinete do Povo oferece um atendimento rápido e diferenciado para os munícipes. O Gabinete do Povo fica localizado ao lado da Agência dos Correios e do DPO de Piabetá, no Centro.
   
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