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sábado, 2 de novembro de 2013

Dez Milicianos São Presos em Caxias

Duque de Caxias - Extra Online - Os 10 presos na manhã desta quinta-feira, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, integram uma milícia conhecida por "Família É Nós", que movimentava, de acordo com a polícia, cerca de R$ 400 mil por mês. O nome da quadrilha é uma referência aos seus principais integrantes e fundadores: o ex-PM e ex-vereador Jonas Gonçalves da Silva, o Jonas É Nós, e seu filho, o também ex-PM Eder Fabio Gonçalves da Silva, o Fábio É Nós.

A operação Capa Preta II foi deflagrada a partir de investigações do Ministério Público e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (Draco). Foram expedidos 23 mandados de prisão por formação de quadrilha armada e extorsão. Outros tipos de crimes ainda estão sendo investigados
- Eles são acusados de diversos homicídios. Porém, as investigações sobre esses casos ainda estão em andamento - disse o promotor Fábio Miguel de Oliveira, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público estadual.
Segundo o delegado Alexandre Capote, da Draco, o bando tinha uma atuação "mais ousada" em relação a outras milícias do estado, e um "apetite muito voraz" para conseguir lucros. Além de explorar serviços de gatonet, segurança clandestina, venda de gás e água, por exemplo, eles vendiam armas para traficantes e atuavam também no jogo do bicho em Caxias.
- Em 2010, antes da pacificação, eles venderam fuzis para traficantes do Complexo do Alemão. Também descobrimos um convênio entre os miliciano e o jogo do bicho. Uma porcentagem do lucro dos apostadores iriam para o bando - disse o delegado.
Atuação violenta
De acordo com Capote, a atuação do grupo é extremamente violenta. Os que não cumprem suas ordens são primeiro ameaçados e depois perseguidos e mortos.
- Era comum ele circularem de fuzis pelas regiões que dominavam - disse o delegado.
Durante as investigações, os policiais ainda descobriram um estabelecimento em Caxias onde os milicianos faziam festas e até torturavam desafetos.
Esta é a terceira operação para combater a mesma milícia. Em 2010, houve a operação Capa Preta I. Integrantes do bando foram presos e soltos em seguida, após conseguirem habeas corpus. No ano seguinte, foi organizada a operação Pacificador para deter os mesmos miliciano.
- Após a liberdade, eles assassinaram sete pessoas, entre testemunhas de acusação e informantes. Foi aí que deflagramos a segunda operação. Todos os presos agora, na terceira, já haviam tido mandados de prisão expedidos anteriormente - contou Capote.
Na operação desta quinta, os agentes estouraram uma central clandestina de gatonet, na Rua Picuíba, no bairro da Chacrinha, em Caxias. Segundo o promotor Fábio Miguel, a central tinha capacidade para 10 mil assinaturas e era o carro-chefe do grupo criminoso. Para ele, com a prisão dos principais líderes, a quadrilha foi enfraquecida.

- Mas ele têm muitas ramificações. Enquanto continuarem atuando, vamos seguir investigando e representando pelas prisões.
 CAXIAS - BERNARDO COSTA  Notícias de Magé | E-mail noticiasdemage@gmail.com |
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