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Eliane Sepúlveda Sentença Este Mês

Justiça marca para o dia 13 audiência do caso Eliane Sepúlveda 
De acordo com informações do jornalista Elizeu Pires, a juíza da 110ª Zona Eleitoral, Patrícia Salustiano, marcou para o próximo dia 13, no Fórum de Magé, audiência no processo proposto pelo Ministério Público contra a vereadora eleita Eliane Sepúlveda, no caso em que ela é denunciada pela promotoria de prática de "abuso de poder de autoridade e utilização indevida dos meios de comunicação". Eliane está sendo acusada de utilizar serviços e servidores do Programa Saúde da Família (PSF) em sua campanha eleitoral. O MP pediu à Justiça a cassação do registro da candidatura dela e do diploma, caso ela consiga ser diplomada do dia 18 deste mês, data em que a Justiça Eleitoral pretende diplomar os vereadores eleitos. Nessa audiência serão ouvidas nove testemunhas, funcionários que estavam lotados nos PSFs Guarani I, Guarani II, Guarani III, Parque dos Artistas e no Hospital Municipal de Piabetá no período da campanha.
Conforme já foi noticiado, na ação a promotoria destaca que Eliane, então candidata ao Legislativo Municipal, teria solicitou a agentes comunitários de saúde que, no horário de trabalho, coletassem assinaturas de moradores de suas áreas de atuação a fim de que eles permitissem a instalação de placas em suas residências". A promotoria entendeu que ela "abusou de sua autoridade, já que exerce o cargo de Coordenadora do Ambulatório do Posto 24h do bairro de Fragoso, em Piabetá, e ter trabalhado, antes da campanha, como supervisora dos postos PSF Guarani I, Guarani II, Guarani III e Parque dos Artistas".
Ainda de acordo com o MP, Eliane também teria solicitado à enfermeira-chefe do posto que alterasse os horários dos agentes de saúde, de modo que eles trabalhassem sete horas no posto e uma hora em sua campanha eleitoral e como a enfermeira e alguns agentes se recusaram a trocar o horário, teriam sido ameaçados". A promotoria destacou também que "Eliane teria dado ordem para que os pacientes encaminhados por ela tivessem preferência no atendimento e quando os pacientes não possuíam cartão do SUS, a orientação era a de usar a numeração do cartão da então candidata.".
A vereadora eleita vem negando as acusações feitas pelo Ministério Público e seus advogados acreditam que ela consiga ser inocentada nesse processo.
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